Enquanto o adversário gasta combustível batendo de porta em porta no escuro, você tem uma máquina digital que identifica, captura e mantém contato com cada eleitor das cidades vizinhas — 24 horas por dia, sem parar.
A base vota, mas as cidades vizinhas não te conhecem. Você sabe que precisa crescer lá, mas não tem tempo, nem estrutura, nem dados pra saber por onde começar.
Fora da base, ninguém te conhece. Nas vizinhas, presença é residual e depende de conhecidos pontuais.
Curtidas e comentários viram fumaça. Cada post começa do zero — você nunca sabe quem te apoiou ontem.
Eleitor de cidade pequena não sente representatividade quando vê você falando de pauta que não é dele.
Anúncio sem segmentação geográfica gasta com quem não vota em você — e falta orçamento pra quem votaria.
Você visita cidade por indicação, não por dado. Às vezes a viagem é perdida, às vezes a cidade quente fica esperando.
Quem quer ajudar não tem arte, vídeo ou texto pronto. O entusiasmo morre na boa vontade.
Tecnologia que as grandes campanhas americanas usam há 10 anos, agora acessível pra candidato a deputado estadual. Sem inventar roda, sem promessa de milagre — só a mesma estrutura que elege governador lá fora, calibrada pra região do interior brasileiro. Em 20 dias, você tem uma operação que funciona enquanto você dorme.
Cada pilar resolve uma frente da campanha. Juntos, eles formam a máquina que separa candidato com presença regional de candidato local.
Importante: os valores abaixo são a verba de tráfego pago que vai diretamente para Meta Ads e Google Ads. Não é honorário — é o combustível da máquina. Sem isso, o sistema existe mas não alcança ninguém.
Recomendação: começar no limite inferior nos primeiros 30 dias para calibragem de criativos e públicos. A partir do segundo mês, realocar verba com base no custo por cadastro de cada cidade — cidade que converte bem recebe mais, cidade cara tem criativo revisado ou pausado. Tudo otimizado continuamente.
Numa conversa de 30 minutos, olhamos juntos as cidades circunvizinhas e mostramos quais têm maior potencial de crescimento — e como a máquina digital vai atacar cada uma.
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